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Colaboração sobre fé, política e tecnologia (e projeto do livro "O Eleitor 2.0". Quer participar?)

Caríssimos,
Já é conhecido há muito tempo que muitos militantes na teologia da libertação aceitam e defendem a prática criminosa e pecaminosa do aborto. O próprio Frei Betto, tão decantado por muitos infelizmente, aceita isto. O mesmo sitewww.acidigital.com, em 24/05/2007, publicou a seguinte notícia: "Frei Betto propõe legalizar o aborto na América Latina". Diz a noticia:
SÃO PAULO, 24 Mai. 07 / 12:00 am (ACI).- Um dos representantes mais conhecidos da teologia da libertação, o frade dominicano brasileiro Alberto Libanio Christo, "Frei Betto", tem proposto legalizar o aborto na região e considera que a defesa da vida só teria sentido em um mundo ideal.
DILMA E A FÉ CRISTÃ
Frei Betto
Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte. Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência.
Anos depois, Dilma e eu nos encontramos no Presídio Tiradentes, em São Paulo. Ela na ala feminina, eu na masculina, com a vantagem de, como frade, obter permissão para, aos domingos, monitorar celebração litúrgica na Torre, como era conhecido o espaço que abrigava as presas políticas.
Aluna de colégio religioso na juventude, dirigido pelas freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava ativamente de orações e comentários do Evangelho. Nada tinha de "marxista ateia". Aliás, raros os presos políticos que professavam convictamente o ateísmo. Nossos torturadores, sim, o faziam escancaradamente ao profanarem, com toda violência, os templos vivos de Deus: suas vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.
Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula.
De nossa amizade posso assegurar que não passa de campanha difamatória – diria mesmo, terrorista – acusar Dilma Rousseff de "abortista" ou contrária aos princípios evangélicos. Se um ou outro bispo critica Dilma, há que lembrar que, por ser bispo, nenhum homem é santo.
Poucos bispos na América Latina apoiaram ditaduras militares, absolveram torturadores, celebraram missa na capela de Pinochet... Bispos também mentem e, por isso, devem, como todo cristão, orar diariamente "perdoai as nossas ofensas..."
Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica. Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que "a árvore se conhece pelos frutos", como acentua o Evangelho. É na coerência de suas ações, na ética de seus procedimentos políticos, na dedicação ao povo brasileiro, que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam.
Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: que, se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria sítios e fazendas produtivos; implantaria o socialismo por decreto...
Passados quase oito anos, o que vemos? Vemos um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.
Nas breves semanas que nos separam hoje do segundo turno, forças de oposição ao governo Lula haverão de fazer eco a todo tipo de boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em toda a trajetória de Dilma, em tudo que ela realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.
Certa vez, relata o evangelista Mateus, indagaram de Jesus quem haveria de se salvar. Para surpresa dos que o interrogaram, ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem disse que seriam aqueles que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem disse que seriam aqueles que se julgam donos da doutrina cristã e se arvoram em juízes de seus semelhantes.
A resposta de Jesus surpreendeu-os: "Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; nu e me vestistes; oprimido, e me libertastes..." (Mateus 25, 31-46)
Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos uma vida digna e feliz.
Isso o governo Lula tem feito, segundo opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.
Frei Betto é escritor, autor de "Um homem chamado Jesus" (Rocco), entre outros livros - www.freibetto.org twitter:@freibetto
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(Por Pb Rafael S. Nascimento)
Se você soubesse que iria estar com Jesus hoje, quais planos faria?
È triste saber que as preocupações dos seres humanos está voltadas para as coisas materiais, até a adoração a Deus tem se materializada e como se isso não fosse o bastante, vivemos em correria.
A correria do dia a dia tem sido levada para dentro das igrejas em conjunto com as preocupações e, sem que muitos percebam, somando-se com a adoração que preparamos para Jesus.
Em Lucas: 10.38-42, narra um fato em que Jesus se encontra com duas mulheres, Marta e Maria, as duas tinham o mesmo objetivo, porém, demonstrado de formas diferentes. Ao saber que Jesus e seus discípulos passaria por sua aldeia, Marta logo tratou de os receberem, Jesus já tinha uma certa fama devido as suas obras realizadas em varias situações que podemos observar em outras passagens das escrituras, o que Ele fazia e dizia não estava agradando a todos, e os primeiros perseguidores ao seu evangelho já haviam se manifestado - Lucas: 9.9 vemos que Herodes já tinha mandado matar João Batista devido o evangelho de Cristo - Nessas circunstâncias não parecia uma boa idéia receber a Jesus, mas Marta não olhou para as circunstâncias, o recebeu em sua casa e, ainda, se preocupou em agradá-lo.
Maria também se mostrou ansiosa para estar com Jesus, mas a sua ansiedade era diferente da de Marta que se preocupava com os serviços na tentativa de agradar a Jesus, afinal de conta, era o mestre Jesus, o Messias que estava ali. Quem de nós no lugar de Marta não teria feito a mesma coisa? Prepararia um grande banquete, deixaria a casa impecável, arrumaria as crianças, etc, para que, ao chegar Jesus, encontre um cenário agradável e aconchegante, pois não é assim que fazemos quando uma pessoa importante vai estar em nossas casas? E foi assim que Marta fez, buscou agradar o Mestre.
Estando Jesus ali, em um lugar agradável e aconchegante, começou falar aos seu discípulos, e ouvindo Maria as palavras do mestre, sentou-se também com os discípulos aos seus pés (sentar-se aos pés do mestre era uma pratica característica do discípulo).
Marta, ainda fazendo os serviços, com certeza preocupada em servir uma água para saciar a sede do mestre e seus discípulos e em servir algo para comer, pois estavam eles em uma grande jornada (haviam saído da Galiléia em destino a Jerusalém), via sua irmã sentada enquanto ela trabalhava para servir todas aquelas pessoas, foi então que ela chegou no mestre e perguntou: "O Senhor não te importas que minha irmã me deixe servi só?"
É claro que Jesus estava se importando com Marta, não porque ela estava trabalhando sozinha, mas por não estar ouvindo também as suas palavras, foi por isso que Ele disse: "Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada."
Tanto Marta como Maria estavam fazendo coisas importantes para Jesus. O que Marta estava fazendo também era certo, bom e agradável aos olhos do Senhor, porém tudo tem o seu tempo. O Senhor também espera que, como Marta, o agrademos, nos dediquemos, e nos preparemos... Mas assim como Maria, paremos e ouçamos a sua voz. Temos, sim, que nos dedicar para fazer o melhor para Deus, mas quando Ele estiver falando é hora de parar e ouvir a sua voz.
Jesus não estava ali somente para receber a hospitalidade daquelas mulheres, estava levando a sua graça e paz através de suas palavras, e da mesma forma que Ele parou e recebeu a hospitalidade de Marta e Maria esperava que elas parassem para receber a suas palavras.
Muitos de nós nos encontramos na posição de Marta, passamos muito tempo fazendo boas ações procurando agradar ao Senhor através de atos e esquecemos de pararmos e ouvirmos o que Ele tem pra nós. Vamos à igreja (muitos acreditando que a sua presença ali é o bastante) e nos preocupamos com varias coisas: nossa aparência, se o vestido está bom,
se o cabelo não está bagunçado, se a gravata não esta torta e por aí vai. Levamos uma lista de pedidos em forma de oração, como se Jesus fosse o gênio da lâmpada, e nos esquecemos que Ele é Deus...
Mas sabe o que Jesus quer de você hoje?
Que você pare e ouça a sua voz!
Deus abençoe a todos!
Pb Rafael S. Nascimento

Espero que estes ataques esteja esclarecido e pare de difamar as pessoas sem saber a verdade. Procuro conhecer melhor os fatos antes de sair atacandos os outros.Att,
Uilton SouzaCatólicos condenam perseguição contra PT e Dilma
05.10.2010O jornal Valor Econômico revelou em sua edição de segunda-feira que alas minoritárias da Igreja Católica têm desrespeitado a orientação da Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ao pregarem vetos a nomes de políticos e de partidos nas eleições deste ano.
Segundo a reportagem, padres de São Paulo têm feito sermões contra o voto em candidatos do PT e em especial contra a candidata a presidente pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff. A campanha desautorizada pela CNBB se baseia em informações mentirosas de que a petista é a favor do aborto.
Em inúmeras oportunidades, Dilma afirmou seu respeito pela vida e que disse que é pessoalmente contra o aborto, porque o considera uma violência contra a mulher. Em recente encontro com as lideranças cristãs em Brasília, Dilma foi ainda mais clara: "Não sou a favor de um plebiscito porque ele dividiria a nação entre aqueles que defendem e aqueles que são contra o aborto. A legislação existente hoje pacifica todas as posições. Eu sou contra mudar a lei", enfatizou.
O Valor Econômico revela que o cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, em 20 de agosto, enviou um comunicado a todos os padres de dioceses esclarecendo que os representantes da Igreja não devem se envolver publicamente na campanha partidária, nem "fazer uso instrumental da celebração litúrgica para expressão de convicções político-partidárias".
Dignidade
Dom Odilo sugere, ainda segundo a publicação, que padres e bispos orientem os fiéis a votarem em candidatos afinados com os princípios cristãos, "sobretudo no que diz respeito à dignidade da pessoa e da vida, desde a sua concepção até à sua morte natural", mas alerta para que não indiquem nomes.
Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales, foi o clérigo que reagiu de forma mais direta e clara ao que chama de "trama" da Regional Sul 1 da CNBB, segundo a reportagem do Valor.
À sua diocese, Dom Demétrio tem encaminhado sucessivos artigos contra documento da regional. "Não é bom para a democracia que alguns decidam pelos outros (...) mas é pior ainda para a religião, seja qual for, pressionar os seus adeptos para que votem em determinados candidatos, ou proibir que votem em determinados outros em nome de convicções religiosas (...) Portanto, seja quem for, bispo, padre, pastor, ninguém se arrogue o direito de decidir pela consciência do outro, intrometendo-se onde não lhe cabe estar". O artigo de Dom Demétrio, divulgado dia 19/09, traz o título "Pela liberdade de consciência".
A CNBB nacional encerrou sua participação no episódio com nota em que desautoriza qualquer decisão contrária à da Assembleia Geral, que não vetou candidatos ou partidos. Em São Paulo, segundo o Valor, remanescentes da Igreja progressista estão pasmos. "Nunca houve uma campanha eleitoral com tanta manipulação da religião", lamenta um deles, lembrando que isso aconteceu também, e fortemente, com a Igreja Evangélica.
Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.